sábado, 21 de novembro de 2015

Baile de Gala Sarau do Escritório

Hoje acordei muito cedo, dei uma inspecionada no quintal da minha chácara, tudo certo.
A chuva não caiu, relâmpagos e vento forte na noite passada, ensaiaram mas não verteram água ou seja não choveu.
Preparei o café e ao fazer a refeição matinal lembrei do Sarau do Escritório, hoje o grande dia do Baile de Gala. Me dei conta da distância que nos separam. Fiquei triste por um momento mas não perdi a alegria e a vontade de escrever. Matei a saudade na ponta do lápis e no papel em branco. E numa tacada brotou esta prosa, que só agora a tarde estou digitando e postando por que estou sem internet em casa. Migrei para a casa da Regina, minha namorada, para usufruir deste recurso e homenagear o grupo de artista de rua que estão se apresentado na Pracinha João Pessoa. Antes, pela manhã postei pelo meu celular um chamamento para meus amigos prestigiarem este evento. Mas vamos a prosa pelo meu blog.



Baile de Gala do Sarau do Escritório



Café da manhã, sem beijos

O trivial com pão e queijo

Só, solidário com o meu imaginário

Hoje! O baile do Sarau do Escritório

E eu aqui... Morrendo de vontade

De aí estar. Mas a bondade

Essa tal bondade me faz ficar aqui

Colaborar com o artesanato para o natal

Tenho que contribuir!

Compromissos na ArteSanto.

Feira de Artesanato do Estado do Espírito Santo

Regina vai expor, vai vender.

Não posso deixar de colaborar com a minha mulher

Baile de Gala do Sarau do Escritório te desejo merda

Muita merda aos artistas de rua.

Aos meus amigos poetas do Rato Diverso

Pois Rato também sou, mas do campo e disperso

Que a música, a poesia e as artes em geral marquem a esquina

Pracinha João Pessoa. Mem de Sá com Gomes Freire.

Que o tempo não corra e as pessoas numa boa

Aplaudam, sorriem e chorem de alegria.

Dário Omanguin
21/11/2015


terça-feira, 27 de outubro de 2015

LUA CHEIA

Ontem, 26 de outubro, por volta das 19 horas, seguia de carro para casa e deparei com uma lua linda maravilhosa. Aí me veio a cabeça umas frases de galanteio a lua cheia radiante. Em casa escrevi um poema para minha namorada, era um convite para que ela fosse a rua ver a lua. Meu recurso de internet é pelo meu celular e eu não consegui transmitir o poema. Faço hoje, mas não tardio, é lua cheia, corre, vá depressa...

Dindinha Lua

Corre para a rua
Vai ver a lua
Despojada, toda nua
Não perca tempo, ela corre
O norte dela é a morte.
Toda amarela, tingida pela aquarela.
Descoberta, nenhum manto
Vai, corre... Não a deixe em prantos
Amanhã será outro dia
Ela estará minguante
Com silhueta esguia
Não estará tão brilhante!

Dário Omanguin
26/out/2015 - 19:40 hs

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Medo do Amor

Poema dedicado a minha amada Regina Nunes. Com este poema falo do amor e do meu carinho, procurando o equilíbrio em nossas relações e dizer que estamos no caminho certo... AHOOOO!!!


Medo do amor
Ah! O Meu medo...
Eu tenho tanto medo
Medo de querer
Medo de poder
Medo de oferecer
Oferecer o meu amor.
Medo de te amar
Em nome do amor já sofri demais
Sofri tanto que não posso querer
Não posso querer o prazer do amor
Ele já não me faz sorrir
Há um vazio no meu coração...
Que me arrasta para o teu ser
Então volto querer
Querer teu amor
Oferecer o meu amor
Todavia tenho medo do amor
Tenho medo de te perder
Mas tenho vontade de te curtir
De construir um jardim
E te dizer... Já sei sorrir
No sorriso dos lábios meus
Dos carinhos teus
O amor volta a florescer
É como nascer novamente
Sob um amor ardente
Que nos leva aos céus
Com sexo e beijo sabor de mel
Entretanto falta mais compreensão
O entendimento por vezes confuso
Nos prega uma peça... Coisas do idílio.
Nada que desfaça o amor
É preciso paciência, um com o outro!
Pois a ciência do amor está para ser descoberta
E a química em teste!
Dia a dia o amor será do jeito que vieste
Linda, Gostosa e Formosa.

Dário Omanguin

14/08/2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

70 anos da Bomba Atomica sobre o Japão

Vivo este início de mês com um dilema, quando deixaremos de ser racional para ser social! As comemorações tristes e homenagens póstumas aos vitimados pela bomba atômica lançada pelos americanos sobre o Japão fez com que o meu filho Bruno  a se manifestasse pelo Facebook com um pequeno depoimento de repudio a ação dos americanos na Segunda Grande Guerra. Gerando em mim a necessidade de escrever uma crônica, que publico.

O mundo dos humanos é um constante experimento, onde tudo que é novidade é testado no ser social em nome do avanço tecnológico, desde períodos que antecede a Revolução Industrial. Hoje esse avanço, chamamos de INOVAÇÃO, preconizada mundialmente.
Entretanto, também temos o avanço social e seus métodos de moldar a sociedade reclamante de melhores tratos, não sei desde quando o homem vem aniquilando seus pares para garantir a supremacia individual, de castas, de poderes governamentais.
Neste pensamento, surgiu a "arma branca", a fogueira, a forca, a guilhotina, o fuzilamento, a ditadura e até o holocausto. A partir daí, a inovação entra em ação. Bombas, aviões e foguetes; até quando um alemão entra em cena com a Teoria Nuclear criando a bomba atômica.
O efeito todos nós sabemos, atos de covardia cai devastador sobre uma grandiosa população civil no Japão.
Mas somos humanos inteligentes, avançamos em pesquisas tecnológicas: - gases, bactérias, vírus entre outros elementos químicos que viram armas de intimidação a qualquer espectro da sociedade universal. Contudo, faz parte da inteligência dos homens de boa vontade, que não param por aí.
Somos beligerantes, mal intencionados, na sua maioria. Como maioria que somos tudo passa ser normal. E, normais são os experimentos também em animais. Drogas, cosméticos, alimentos e outras invencionices são aplicados em seres vivos em nome do avanço tecnológico.
Somos passivos, obedientes e fervorosos consumidores de tudo. Todos, lívidos e fagueiros, sofrem as consequências. Por trás de tudo isso ocorre violências terríveis contra a maioria silenciosa e carente do todo social.
O avanço tecnológico é imundo, quando não trata com a lógica da matemática todas as questões sociais; digo com todas as letras, a bomba atômica é uma violência criminosa, tanto a sua invenção quanto a sua aplicação. Todavia, a falta de informação, a má educação, a miséria, a fome, a violência urbana vem matando mais que a bomba atômica jogada em Nagazaki e Hiroshima no Japão.
Ninguém, com autoridade e capacidade de liderança tem permissão para mudar o quadro urbano de qualquer cidade do mundo.
O ser humano dominante é venal, corruptor e corruptível, tudo pelo interesse próprio. O ser social depende de mudanças estruturais nas formas de governo, na gestão do bem público para que o fator social passe a ter critérios rígidos e aplicáveis de forma clara e obediente para um mundo sustentável.
Não sei quando, mas é preciso acontecer, depende somente do ser humano para o ser social se tornar realidade.
O principio está em cada um de nós, façamos a nossa o parte, que somada ao todo terá como resultado um mundo melhor – O ser social predominando o ser humano.
Tomamos com exemplo uma floresta devastada para o pastoreio. Se o pastor e suas ovelhas não adentrarem nesse campo de pasto; a floresta lentamente irá recompor-se, primeiramente crescerão os arbustos e cipós e animais de pequeno porte surgirão para estabelecer a harmonia local. A seguir os animais semeadores com suas sementes, pois o solo estará pronto para as arvores de grande porte. A restauração da floresta trará novas vidas, com seus cantos, silvos e suas cores. Estabeleceu-se a alegria!
Simples, não é? Mas leva tempo. Precisamos de afinco, paciência e bons costumes para que a alegria recomponha o nosso ser social, mudando esta realidade inóspita e cruel que avassala o mundo tecnológico dos seres humanos.

domingo, 9 de agosto de 2015

Dias do Pais em 2015

Todo pai tem os filhos que merecem
Todos precisam de respeito e reciprocidade
Pai... Dignidade, companheirismo e educação.
Exemplo de vida para muitos, do início da maternidade.
Até a velhice, modelo de comportamento a ser repassado.
Pai... Feitos realizados, filhos criados, netos e bisneto premiados!
Pai... A velhice é chegada, tanto a tua quanto a minha.
Somos pais! Somos a avós! Teu sacrifício está honrado...
Mereces como pouca uma medalha.
Pois teu ensinamento fez de mim também pai e avô.
Mas só tu tens no peito e no coração o êxito desta tamanha façanha.
Tanto que portas pela luta e glória uma medalha!
Pai, nós te felicitamos sempre!

Cadê o Bondinho de Santa Teresa

Cadê o novo Bondinho de Santa Teresa - Rio de Janeiro, disseram que em março/2015 estaria reinaugurado. Março se foi, abril está findando e nada de Bondinho. Até o movimento em pró da volta do Bondinho sumiu! Lá vou eu para Santa Teresa fazer meu "footing"! Ainda não perdi a esperança de voltar andar no Bondinho... Matutava eu, na última vez que subi a Rua Taylor, na Lapa, para caminhar por Santa Teresa.
Neste mês, no dia 27, fazem quatro anos do acidente que cinco pessoas morreram e 57 ficaram feridas na tarde daquele fatídico sábado que paralisou os serviços do bondinho de Santa Teresa.
No final do mês passado, inauguraram um novo trecho da via em Santa Teresa. Colocaram o bondinho em funcionamento.
Meio Bondinho! O inteiro havia sido prometido para março de 2015.
Agora em Julho! Meio de ano como o meio bondinho que percorre pouco mais de um quilometro e meio. Tudo meio. Tudo em meias verdades. Meias promessas, o governo colocando a culpa em empreiteiros pela meia obra entregue. Em meio a esta confusão, quero saber quem vai para a prisão.
Pelo descalabro e pela falta de gestão da Prefeitura e do Estado perdemos quatro anos da alegria de subir até aos Prazeres no estribo, agarrado nos balaústres do bondinho de Santa Teresa. Serviço este que já nos levou aos Dois Irmãos e ao Silvestre.
Restou-me neste período ir ao Rio de Janeiro e caminhar pelas ruas do bairro e apreciar seus casarios e transeuntes. O comércio minguou, as ruas Joaquim Murtinho e a Almirante Alexandrino toda esburacada, sem proteção, um perigo ao pedestre. Fim de linha para o movimento cultural e para o turismo local.
Novas promessas, até lá nos encontramos no Largo dos Guimarães. Se bonde houver, do contrário continuarei subindo a pé! Pelas Escadarias Selaron, pela Ladeira de Santa Teresa, pela Rua Taylor, pela Francisco Moratório, onde o antigo bonde da Lapa subia para curvar e voltar à Rua do Riachuelo, pela André Cavalcante depois de caminhar pelos paralelepípedos e galgar os degraus da escadaria do final da rua para chegar ao Largo do Curvelo ou até mesmo pela Rua Cândido Mendes, deixar subir Santa, jamais. No próximo fim de semana lá vou eu de novo ao Rio e em Santa farei meu "footing", e no meu coração a esperança de quando não puder mais caminhar, o estribo e os balaústres do bondinho estejam a posto a me esperar...
Dário Omanguin
08/agosto/2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Minha vida, minha identidade!

Aproveitando as nuvens negras e a ventania prometendo chuva grossa,que não chegou a cair e na sesta costumeira, brota em meio ao filme da tarde na TV, idéias para uma nova poesia. Lápis em punho me posto para escrever coisas do coração...


Minha vida, minha identidade
Liberdade nas estradas
Da verdade à falsidade
De menino à idade avançada

Tenso, penso ser a alegria
Vivo em agonia que me assola que nem ventania
Que me invade desde o amanhecer
Até ao anoitecer, quando a ausência da lua me faz sofrer

Ainda na adolescência, disse-me esta frase
“Que liberdade que nada se não tenho você”

Liberto neste mundo louco
Porém preso no subconsciente
Como uma alma escrava nas correntes
Vivo nos grilhões pela sua imagem

Esvaio-me em pensamentos
O sangue escorre lento em confinamento
Olho nos meus olhos pelo espelho
E não me vejo!

O nada é frequente, absorto ao léu
Tinta, caneta e papel
Resulta em poesias
Escrevendo a minha agonia

Em contrapartida ou na contra mão
Também falo da alegria
Pois o reclame é constante
Falo pouco, escrevo menos
Visto que a alegria é para ser vivida
Ou melhor para lhes ser servida

Saio deste mundo, já imundo
Da mesma forma que aqui cheguei
De sementinha germinada
Para na velhice ter a vida seccionada.

Dário Omanguin

01/06/2015

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Feliz aniversário, Pai!

Ontem meu pai fez aniversário, escrevi uma crônica para homenageá-lo, falando abertamente sobre a forma como fomos criado, com total liberdade para seguir os nossos rumos, rumo este guiado pela responsabilidade, pautado no senso da dignidade e sobre maneira visando o nosso bem estar e dos que nos acercavam. O texto em si, trata da relação amigável que deve existir entre pais e filhos. Deixo registrado que fui influenciado pelo filme meio água com açúcar que vi ontem na TV. No mais felicito meus pais, papai e mamãe, em nossas criações, foram dois corpos em uma só cabeça. E, hoje, pouco mudou e somos gratos pela suas existências e persistência em manter a prole unida, já na quarta  geração. Suas bênçãos.



Feliz aniversário, Pai!

Hoje, 20 de maio, meu pai faz 89 anos de vida...

O dia amanheceu, aqui em Jacaraípe, Serra – ES, friorento e chuvoso, esperei o tempo dar uma firmada e fui consertar a cerca e a porteira, não tenho portão e muito menos muro na minha casa. Isto me faz sentir livre e com o sentimento de liberdade aguçado.

Liberdade, esta, herdada do meu velho pai, que a vida toda nunca me disse o que fazer. Nunca me proibia de fazer algo. Sempre usava uma frase de conselho, dizia-me: - “estuda para ser um homem de bem”. Eu tocava a minha vida de estudante com certa dificuldade, até o dia que me achei e fui estudar artes gráficas no SENAI do Maracanã. Sai desenhista, pronto para o trabalho, ingressar no cursinho de pré-vestibular e na faculdade particular, pagos com os meus salários e substanciais ajuda dos meus pais.

Cresci em uma escola de ensino médio com o lema Liberdade com Responsabilidade e, já observando os movimentos dos que reagiam a ditadura militar que lutavam por mais liberdade.

Naquela época ainda não compreendia a liberdade dada pelo meu pai, as vezes confundia com certo descaso. Contudo foi muito positiva a sua atitude, cresci, ou melhor, crescemos, eu e meus irmãos crescemos sob o mesmo teto, na alegria e na dificuldade. Passamos também pela dor. Mas todos juntos, embora com ideais diferentes, contudo seguimos com a dignidade herdada de nossos pais.

Hoje, no dia do seu aniversário, estou em “dor”; isso mesmo entre aspas; dor de estar ausente, não uma dor doída, mas sofrida.

Pelo telefone, falei com ele e desejei feliz aniversário, e como sempre ele fala da saúde da minha mãe e da minha distância, afirmando que cada um carrega a sua cruz... Como se fosse desígnios de Deus.

Vida difícil a dele, todavia carregou a cruz com dignidade, afinco profissional e honradez.

Como não estou trabalhando e nem tenho mais projetos para a minha vida profissional, faço meus trabalhos domésticos e cuido da manutenção da minha chacrinha, planto, crio minhocas e por aí vai meus dias. Quando posso curto os movimentos culturais na capital.

Meus dias estão preguiçosos pelo clima frio e chuvoso, tenho visto televisão após a soneca do almoço e hoje a tarde assisti um filme com o título em português “Pai por acaso”, que por sinal foi rodado na França, onde meu pai esteve no pós-guerra em operação da Marinha de Guerra do Brasil . Na segunda Grande Guerra Mundial, lá se vão setenta anos do dia da Vitória.

O filme trata de um menino que não conhecia seu pai. A mãe o teve sem ter uma relação de continuidade com o homem que a engravidou, parece que foi uma aventura de “um dia” em momento de fragilidade.

Relato este fato para fazer uma comparação com o propósito deste texto. A criança cresceu e chegou a idade de conhecer o pai ou informações que o levaria ao pai. A mãe, empresária muito rica, tratou de arranjar um pseudo pai para o menino. Feito a trama e apresentados, criou-se uma amizade muito forte a ponto de o menino apresentar melhorias no comportamento e nos estudos escolares. E, ainda, elevou a estima do pseudo pai, que era solteirão e sem filhos biológicos e sem trabalho definido.

Uso o enredo deste filme para salientar a importância do afeto, da amizade numa relação de pais e filhos.

Ao longo da minha existência tenho refletido sobre como é ser alguém, pai e/ou filho. Nunca entendi muito bem e pouco questionamento eu fiz. Deixei-me levar pela liberdade de expressão que foi-me  ensinada e estimulada e, também, deixei de forma delével para os meus filhos.

E com os meus cabelos já brancos, avançando na idade e vivendo momentos de feliz solidão; ausente de pai, de mãe, filhos e, até dos amigos humanos, me vejo diante de uma constatação, que me foi passado pela mensagem do filme “Pai por acaso”, que interpreto como valiosa e permanecerá em meu coração.



“Antes de ser pai, melhor ser amigo, visto que a amizade transcende ao tempo”



Não sei se sou amigo dos meus filhos, pois a minha maneira de ser, de deixar que eles tenham a rédea de suas vidas, talvez eles pensem ou me vejam com descaso, da mesma forma que eu pensava na minha adolescência. Contudo, já maduro e envelhecido, tenho certeza que tenho um amigo na figura do meu pai... Não sei explicar porque levei tanto tempo para chegar a esta conclusão.

Dos males, talvez este seja o menor, visto que ainda tenho meus pais vivos e ativos.

A eles dedico meu carinho, minha compreensão e o meu amor tardio.

Amor construído pelo tempo num coração envelhecido. Se pudesse voltar ao tempo, de certo não estaria aqui, longe... Não acompanhei o envelhecimento deles e eles me tratam como um menino um pouco mais responsável. Também envelheci e eles não perceberam. Quisera estar todo tempo juntos!

Ao meu pai, pelo dia de hoje e sempre, dedico respeito, pela forma que se mostra companheiro de minha mãe, fragilizada pela idade, mas como ele sempre diz: - cada um carrega sua cruz; dedico, ainda, amor e gratidão pela liberdade de escolha.

E digo para vocês, a minha cruz e esta: - escrever... escrever... escrever... escrever para satisfazer meus desejos e tornar a minha solidão feliz.

Dário Omanguin

20/05/2015