Minha vida, minha
identidade
Liberdade nas
estradas
Da verdade à
falsidade
De menino à
idade avançada
Tenso, penso
ser a alegria
Vivo em agonia
que me assola que nem ventania
Que me invade
desde o amanhecer
Até ao anoitecer,
quando a ausência da lua me faz sofrer
Ainda na
adolescência, disse-me esta frase
“Que liberdade
que nada se não tenho você”
Liberto neste
mundo louco
Porém preso
no subconsciente
Como uma alma
escrava nas correntes
Vivo nos
grilhões pela sua imagem
Esvaio-me em
pensamentos
O sangue
escorre lento em confinamento
Olho nos meus
olhos pelo espelho
E não me
vejo!
O nada é
frequente, absorto ao léu
Tinta, caneta
e papel
Resulta em
poesias
Escrevendo a
minha agonia
Em
contrapartida ou na contra mão
Também falo
da alegria
Pois o
reclame é constante
Falo pouco,
escrevo menos
Visto que a
alegria é para ser vivida
Ou melhor
para lhes ser servida
Saio deste
mundo, já imundo
Da mesma
forma que aqui cheguei
De sementinha
germinada
Para na
velhice ter a vida seccionada.
Dário
Omanguin
01/06/2015
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