Participei de movimento
contra aumento de passagens de transporte público desde os meu doze anos de
idade, já estudante do antigo ginásio, onde o BONDE ELÉTRICO era o melhor
transporte. Até hoje não vi resultado positivo e nem o governo tendo atitudes
conciliatórias com esses movimentos.
Hoje, 17 de junho de 2013,
as 22:35 hs assisto pela TV Educativa – TV BRASIL, os jovens Nina Cappello e Lucas
Monteiro de Oliveira, representantes do movimento PASSE LIVRE de São Paulo em
entrevista no programa CANAL LIVRE, falando o sobre o movimento.
Declaro não ser contra
qualquer tipo de movimento, mas acho que tudo que venha ser gratuito acarreta
prejuízo e mal serviço. O Serviço Público não está preparado para gerir
qualquer tipo de serviço. A Gestão é falha por diversos motivos que não vem ao
caso aqui. Pois gostaria de ressaltar e discutir o modelo de gestão de
transporte publico, onde as empresas concessionárias estão estruturadas por
órgãos públicos e elas respondem pela integração de linhas e tarifa única.
Aqui no Espírito Santo, na
Grande Vitória, o sistema de transporte público é integrado através de
terminais rodoviários urbanos, instalados e bairros de grandes concentrações
demográficas, onde linhas denominadas de “Alimentadoras” transportam passageiros
de seus bairros até aos terminais, lá fazem o transbordo para linhas “Troncais”
que interligam os terminais.
Todas as empresas
participantes desse sistema, possuem linhas Alimentadoras e Troncais. As
arrecadações financeiras são auditadas e controladas pelo órgão gestor público,
e são repassados às empresas conforme planilhas apresentadas e reuniões
ordinárias.
Quero dizer com estes
argumentos que o melhor para o transporte público e cidadãos, é o Brasil
organizar o transporte de massa, desta forma, que já ele existe em outras cidades e
funcionam muito bem.
Com relação a gratuidade,
acho que deva ser cadenciado pela renda familiar. Pois vejo com certa
desconfiança a utilização da gratuidade no transporte público. Com certeza será
utilizado para ir e vir de pessoas que não tem precisão dessas viagens e
estarão piorando mais ainda o serviço em questão.
Não sei qual o valor ideal e
nem quais os requerimentos exigidos para estabelecer as prioridades do passe
livre. São coisas que devam ser discutidos por conselhos probos e aprovados com
consenso e senso de responsabilidade.
Voltando a Grande Vitória –
ES, o sistema aqui também é muito discutido pelos estudantes e a tarifa baixou
cinco centavos, sendo o valor atual de dois reais e cinquenta centavos, a vantagem é que o cidadão percorre mais de
cinquenta quilômetros por esse valor. Passando por diversos municípios e
fazendo transbordo no máximo de três terminais rodoviários urbanos.
Está muito
claro para mim que o que deve ser discutido e “brigado” é o modelo de gestão do
transporte coletivo urbano.
TARIFA ZERO é varrer a sujeira para debaixo do tapete. Acredito, ainda, que o movimento está atendendo interesses de baderneiros, políticos escusos e a mídia “comercialesca”. Tudo isso sem que os seus representantes originais percebam.
TARIFA ZERO é varrer a sujeira para debaixo do tapete. Acredito, ainda, que o movimento está atendendo interesses de baderneiros, políticos escusos e a mídia “comercialesca”. Tudo isso sem que os seus representantes originais percebam.
Final do Canal
Livre, são 23:30 hs, todos sorriram e devemos ficar como antes... Boa noite!
Dario Omanguin – 17 de junho de 2013.