sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Medo do Amor

Poema dedicado a minha amada Regina Nunes. Com este poema falo do amor e do meu carinho, procurando o equilíbrio em nossas relações e dizer que estamos no caminho certo... AHOOOO!!!


Medo do amor
Ah! O Meu medo...
Eu tenho tanto medo
Medo de querer
Medo de poder
Medo de oferecer
Oferecer o meu amor.
Medo de te amar
Em nome do amor já sofri demais
Sofri tanto que não posso querer
Não posso querer o prazer do amor
Ele já não me faz sorrir
Há um vazio no meu coração...
Que me arrasta para o teu ser
Então volto querer
Querer teu amor
Oferecer o meu amor
Todavia tenho medo do amor
Tenho medo de te perder
Mas tenho vontade de te curtir
De construir um jardim
E te dizer... Já sei sorrir
No sorriso dos lábios meus
Dos carinhos teus
O amor volta a florescer
É como nascer novamente
Sob um amor ardente
Que nos leva aos céus
Com sexo e beijo sabor de mel
Entretanto falta mais compreensão
O entendimento por vezes confuso
Nos prega uma peça... Coisas do idílio.
Nada que desfaça o amor
É preciso paciência, um com o outro!
Pois a ciência do amor está para ser descoberta
E a química em teste!
Dia a dia o amor será do jeito que vieste
Linda, Gostosa e Formosa.

Dário Omanguin

14/08/2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

70 anos da Bomba Atomica sobre o Japão

Vivo este início de mês com um dilema, quando deixaremos de ser racional para ser social! As comemorações tristes e homenagens póstumas aos vitimados pela bomba atômica lançada pelos americanos sobre o Japão fez com que o meu filho Bruno  a se manifestasse pelo Facebook com um pequeno depoimento de repudio a ação dos americanos na Segunda Grande Guerra. Gerando em mim a necessidade de escrever uma crônica, que publico.

O mundo dos humanos é um constante experimento, onde tudo que é novidade é testado no ser social em nome do avanço tecnológico, desde períodos que antecede a Revolução Industrial. Hoje esse avanço, chamamos de INOVAÇÃO, preconizada mundialmente.
Entretanto, também temos o avanço social e seus métodos de moldar a sociedade reclamante de melhores tratos, não sei desde quando o homem vem aniquilando seus pares para garantir a supremacia individual, de castas, de poderes governamentais.
Neste pensamento, surgiu a "arma branca", a fogueira, a forca, a guilhotina, o fuzilamento, a ditadura e até o holocausto. A partir daí, a inovação entra em ação. Bombas, aviões e foguetes; até quando um alemão entra em cena com a Teoria Nuclear criando a bomba atômica.
O efeito todos nós sabemos, atos de covardia cai devastador sobre uma grandiosa população civil no Japão.
Mas somos humanos inteligentes, avançamos em pesquisas tecnológicas: - gases, bactérias, vírus entre outros elementos químicos que viram armas de intimidação a qualquer espectro da sociedade universal. Contudo, faz parte da inteligência dos homens de boa vontade, que não param por aí.
Somos beligerantes, mal intencionados, na sua maioria. Como maioria que somos tudo passa ser normal. E, normais são os experimentos também em animais. Drogas, cosméticos, alimentos e outras invencionices são aplicados em seres vivos em nome do avanço tecnológico.
Somos passivos, obedientes e fervorosos consumidores de tudo. Todos, lívidos e fagueiros, sofrem as consequências. Por trás de tudo isso ocorre violências terríveis contra a maioria silenciosa e carente do todo social.
O avanço tecnológico é imundo, quando não trata com a lógica da matemática todas as questões sociais; digo com todas as letras, a bomba atômica é uma violência criminosa, tanto a sua invenção quanto a sua aplicação. Todavia, a falta de informação, a má educação, a miséria, a fome, a violência urbana vem matando mais que a bomba atômica jogada em Nagazaki e Hiroshima no Japão.
Ninguém, com autoridade e capacidade de liderança tem permissão para mudar o quadro urbano de qualquer cidade do mundo.
O ser humano dominante é venal, corruptor e corruptível, tudo pelo interesse próprio. O ser social depende de mudanças estruturais nas formas de governo, na gestão do bem público para que o fator social passe a ter critérios rígidos e aplicáveis de forma clara e obediente para um mundo sustentável.
Não sei quando, mas é preciso acontecer, depende somente do ser humano para o ser social se tornar realidade.
O principio está em cada um de nós, façamos a nossa o parte, que somada ao todo terá como resultado um mundo melhor – O ser social predominando o ser humano.
Tomamos com exemplo uma floresta devastada para o pastoreio. Se o pastor e suas ovelhas não adentrarem nesse campo de pasto; a floresta lentamente irá recompor-se, primeiramente crescerão os arbustos e cipós e animais de pequeno porte surgirão para estabelecer a harmonia local. A seguir os animais semeadores com suas sementes, pois o solo estará pronto para as arvores de grande porte. A restauração da floresta trará novas vidas, com seus cantos, silvos e suas cores. Estabeleceu-se a alegria!
Simples, não é? Mas leva tempo. Precisamos de afinco, paciência e bons costumes para que a alegria recomponha o nosso ser social, mudando esta realidade inóspita e cruel que avassala o mundo tecnológico dos seres humanos.

domingo, 9 de agosto de 2015

Dias do Pais em 2015

Todo pai tem os filhos que merecem
Todos precisam de respeito e reciprocidade
Pai... Dignidade, companheirismo e educação.
Exemplo de vida para muitos, do início da maternidade.
Até a velhice, modelo de comportamento a ser repassado.
Pai... Feitos realizados, filhos criados, netos e bisneto premiados!
Pai... A velhice é chegada, tanto a tua quanto a minha.
Somos pais! Somos a avós! Teu sacrifício está honrado...
Mereces como pouca uma medalha.
Pois teu ensinamento fez de mim também pai e avô.
Mas só tu tens no peito e no coração o êxito desta tamanha façanha.
Tanto que portas pela luta e glória uma medalha!
Pai, nós te felicitamos sempre!

Cadê o Bondinho de Santa Teresa

Cadê o novo Bondinho de Santa Teresa - Rio de Janeiro, disseram que em março/2015 estaria reinaugurado. Março se foi, abril está findando e nada de Bondinho. Até o movimento em pró da volta do Bondinho sumiu! Lá vou eu para Santa Teresa fazer meu "footing"! Ainda não perdi a esperança de voltar andar no Bondinho... Matutava eu, na última vez que subi a Rua Taylor, na Lapa, para caminhar por Santa Teresa.
Neste mês, no dia 27, fazem quatro anos do acidente que cinco pessoas morreram e 57 ficaram feridas na tarde daquele fatídico sábado que paralisou os serviços do bondinho de Santa Teresa.
No final do mês passado, inauguraram um novo trecho da via em Santa Teresa. Colocaram o bondinho em funcionamento.
Meio Bondinho! O inteiro havia sido prometido para março de 2015.
Agora em Julho! Meio de ano como o meio bondinho que percorre pouco mais de um quilometro e meio. Tudo meio. Tudo em meias verdades. Meias promessas, o governo colocando a culpa em empreiteiros pela meia obra entregue. Em meio a esta confusão, quero saber quem vai para a prisão.
Pelo descalabro e pela falta de gestão da Prefeitura e do Estado perdemos quatro anos da alegria de subir até aos Prazeres no estribo, agarrado nos balaústres do bondinho de Santa Teresa. Serviço este que já nos levou aos Dois Irmãos e ao Silvestre.
Restou-me neste período ir ao Rio de Janeiro e caminhar pelas ruas do bairro e apreciar seus casarios e transeuntes. O comércio minguou, as ruas Joaquim Murtinho e a Almirante Alexandrino toda esburacada, sem proteção, um perigo ao pedestre. Fim de linha para o movimento cultural e para o turismo local.
Novas promessas, até lá nos encontramos no Largo dos Guimarães. Se bonde houver, do contrário continuarei subindo a pé! Pelas Escadarias Selaron, pela Ladeira de Santa Teresa, pela Rua Taylor, pela Francisco Moratório, onde o antigo bonde da Lapa subia para curvar e voltar à Rua do Riachuelo, pela André Cavalcante depois de caminhar pelos paralelepípedos e galgar os degraus da escadaria do final da rua para chegar ao Largo do Curvelo ou até mesmo pela Rua Cândido Mendes, deixar subir Santa, jamais. No próximo fim de semana lá vou eu de novo ao Rio e em Santa farei meu "footing", e no meu coração a esperança de quando não puder mais caminhar, o estribo e os balaústres do bondinho estejam a posto a me esperar...
Dário Omanguin
08/agosto/2015