CINZAS DE UM AMOR
Restam-me cinzas
Cinzas que vi
meu amor se transformar
Do fogo da
paixão
À dor do meu
coração
São cinzas que
me restaram
Você se foi
sem deixar rastro
Seu amor
apagou
Seu orgulho
aumentou
Minha vida
nada lhe provou
Nenhum fio do
seu amor me restou
Meu violão
companheiro
Em noites
frias componho melodias
Pensamentos
furtivos a cada dia
Lamentos
escritos
Da dor do amor
incompreendido
A noite é
curta, logo é dia!
Longa será a
espera...
E das cinzas
nada surgirá
Restam-me
cinzas e cantar um amor
Que um dia foi
fogo e paixão.
Dário Omanguin
11/ago/2016
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