segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Fogo e Fogueira

Escrevi este poema quando vi a foto da minha amiga do AVES, Lidiane Gonçalves de Morais, publicada no Face, a visão do fogo me acendeu e ascendeu uma vontade de escrever, ando meio preguiçoso e sem elementos para a poesia. Descaso? Não! é que o casamento com a poesia anda meio desgastado por falta de fortes emoções! Mas quem não brinca com fogo não mija na cama, diz a lenda. Então escrevi esta poesia para dizer da queima que arde o meu coração ouvindo Tim Maia - Azul da cor mar" será este o titulo?


Fogo e Fogueira

Adoro o fogo
que me aquece,
que ascende a paixão,
que renova a esperança,
que saía das estrelinhas de São João
quando criança...

Amo o fogo
que me queima o coração,
que eleva a estima da mulher,
que me tem ainda..

Só não gosto da fogueira ardente
que me meto pela falta de pretendentes.
Esta queima me torna ansioso,
sedento de um amor vagaroso.

De uma mulher fagueira
que a espero a noite inteira
a beira de uma fogueira.

Frente ao crepitar da lenha
da brasa, cujo som,
são estalos e chiados
que em meus ouvidos
soam como sinfonias...

Transformadas as agonias.
Labaredas aos céus
meu coração leviano ao léu.


Dário Omanguin
01/dez/2014

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