Vinte de novembro do ano de dois mil e onze, o ano finda
daqui a pouco.
É noite fria e chuvosa, o clima está todo alterado, parece
inverno.
Outrora já era verão, e eu tinha diversos motivos para
escrever poemas. Romances perdidos, amores findos, tudo virava poesia e,
também, deixavam saudades.
Hoje, foram se os amores e as musas. Ficaram textos
rabiscados, e alguns poemas digitados e gravados em disquetes que não “abrem
mais”. Mídia traiçoeira, fora computadores que deram “pau”. Perdi muita coisa,
por hábito eu guardo rascunhos como se fossem retratos. Agora na fria noite
releio e redigito alguns poemas, coisas tão antigas.
O pensamento voa... Quantos amores, uns amigos, outros não
consigo classificar, todos deixaram motivos e me deram coragem para em poemas
registrar uma época da minha vida repleta de atos insanos, verdade! E nessa
vida de idas e vindas acabei solitário e com tempo para tudo, hoje planto, para
esquecer e não cair em pranto. Cultivo hortaliças e esqueço as meninas
bonitinhas de pernas roliças.
Ainda bem que tenho os meus rascunhos, não me falta
inspiração, mas não tem um amor e nem coragem para inventar palavras que não me
saia do coração. Mas a vontade é grande de continuar a escrever e publicar no
meu blog. O site ainda não consegui concluir. Pretendo sim, mas estou sem
paciência para estudos... Quanto isso, sigo minha sina, e publico um poema
antigo, de mil novecentos e noventa e oito – Filho e Filha.
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