domingo, 20 de novembro de 2011

Estou de volta para o meu aconchego!


Vinte de novembro do ano de dois mil e onze, o ano finda daqui a pouco.
É noite fria e chuvosa, o clima está todo alterado, parece inverno.
Outrora já era verão, e eu tinha diversos motivos para escrever poemas. Romances perdidos, amores findos, tudo virava poesia e, também, deixavam saudades.
Hoje, foram se os amores e as musas. Ficaram textos rabiscados, e alguns poemas digitados e gravados em disquetes que não “abrem mais”. Mídia traiçoeira, fora computadores que deram “pau”. Perdi muita coisa, por hábito eu guardo rascunhos como se fossem retratos. Agora na fria noite releio e redigito alguns poemas, coisas tão antigas.
O pensamento voa... Quantos amores, uns amigos, outros não consigo classificar, todos deixaram motivos e me deram coragem para em poemas registrar uma época da minha vida repleta de atos insanos, verdade! E nessa vida de idas e vindas acabei solitário e com tempo para tudo, hoje planto, para esquecer e não cair em pranto. Cultivo hortaliças e esqueço as meninas bonitinhas de pernas roliças.
Ainda bem que tenho os meus rascunhos, não me falta inspiração, mas não tem um amor e nem coragem para inventar palavras que não me saia do coração. Mas a vontade é grande de continuar a escrever e publicar no meu blog. O site ainda não consegui concluir. Pretendo sim, mas estou sem paciência para estudos... Quanto isso, sigo minha sina, e publico um poema antigo, de mil novecentos e noventa e oito – Filho e Filha.  

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