Estou publicando neste blog, o texto que escrevi em homenagem a Drumond de Andrade para enunciar a página do site que estou elaborando para publicar poesias cujo nome Caderno B é uma demonstração de carinho ao nosso finado JB - Jornal do Brasil e também com todo respeito e gratidão pelos ensinamentos ao Mestre Jornalista Alberto Dines.
Caso queiram dar o prazer de uma visita e colaborar na construção deste site que ainda não está finalizado, acesse o seguinte endereço:
"As vezes fico preguiçoso para escrever e na abertura desta página "Caderno B - Poesias", na qual depositarei todo o meu sentimento, ora de forma romântica ora constrangido e sofrido pelas mazelas de uma sociedade injusta, ou talvez por um amor não correspondido, perco as palavras para transcrever aqui toda essa agonia e ou quiçá alegria de bons momentos vividos.
Aquilo que poderia ser um epitáfio, pois achei que morreria de vergonha ao ter um poema, meu, publicado. Entretanto, fã que sou Carlos Drumond de Andrade, faço minha algumas palavras dele para dar valor e sentido poético a este ato de coragem e pretensioso de minha parte - talvez leviano e utópico!"
Não me leias se buscasflamante novidadeou sopro de Camões.Aquilo que reveloe o mais que segue ocultoem vítreos alçapõessão notícias humanas,simples estar-no-mundo,e brincos de palavra,um não-estar-estandomas de tal jeito urdidoso jogo e a confissãoque nem distingo eu mesmoo vivido e o inventado.Tudo vivido? Nada.Nada vivido? Nada.A orelha pouco explicade cuidados terrenose a poesia mais ricaé um sinal de menos.
Poema de Drumond, publicado na orelha do livro Poemas - 1959
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